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Mostrando postagens de 2017

send the clowns!!!

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Isn't it rich?
Are we a pair?
Me here, at last, on the ground
You in mid-air
Send in the clowns

Isn't it bliss?
Don't you approve?
One who keeps tearing around
One who can't move
Where are the clowns?
Send in the clowns

Just when I'd stopped opening doors
Finally knowing the one that I wanted was yours
Making my entrance again with my usual flair
Sure of my lines
No one is there
Don't you love farce?
My fault, I fear
I thought that you'd want what I want
Sorry, my dear
But where are the clowns?
There ought to be clowns
Quick, send in the clowns

What a surprise!
Who could foresee?
I'd come to feel about you
What you felt about me
Why only now, when I see
That you've drifted away?
What a surprise
What a cliche

Isn't it rich?
Isn't it queer?
Losing my timing this late in my career
And where are the clowns?
Quick, send in the clowns

Don't bother
They're here (Stephen Sondheim)


Nos últimos dias, tivemos duas perdas muito relevantes, no universo dos que fazem rir. Paulo Silvin…

cola, instituição coxinha

Uma coisa que me deixa com raiva é o hábito que muitos alunos têm de colar. Aí é aquela coisa quase desesperada, os caras e minas não confiam em seus cérebros, não acreditam em reservar u ma meia horinha, quem sabe uma, de seu dia, para ler, ler coisa que preste. Preferem ficar engendrando bilhetes em letra minúscula, enfiados sabe Deus onde, para poder consultar na prova, achando que o/a docente é idiota ou coisa do tipo.
Pessoalmente, como ex professor e atual aluno, recorrer a tal artifício é atestado de canalha. É dizer pro professor, pra professora: "é, não estou nem aí de usar meu tempo para me dedicar a essa matéria chata, que nunca vou precisar pra nada, eu é que sei, sou o/a cara!" ... E a pessoa vá afirmar coisas que não sabe na prova, gerar uma nota fictícia e um rótulo sapiente falso.
Corta. Vemos o avanço do "pensamento" à la droite que polui os dias de hoje, com os olavos da vida se dizendo filósofos, os avatares antipetista se revelando pulhas de ma…

de Robertas e Josés...

Pois é. Deu no Pragmatismo e no Brasil 247: essa história me encantou, e me fez lembrar de outra, acontecida há uns 2.000 anos atrás. Uma moça rica, tinha tudo para ser totalmente focada na futilidade e ensimesmada. Sqn. A herdeira de um fundo milionário do banco Credit Suisse, corretamente administrado por seus familiares, a mineira Roberta Luchsinger decidiu dar uma resposta ao juiz Sérgio Moro, por ocasião do bloqueio de todas as contas do ex-presidente Lula, inclusive o fundo previdenciário de R$ 9 milhões: abriu uma campanha de doações a seu favor, como forma de desagravo.  
Roberta então começou doando a polpuda mesada que recebia de seu avô, falecido há um mês, e uma coleção de objetos de luxo que totalizam R$ 500 mil. "É uma doação simbólica, estava todo mundo só batendo no único homem que pegou e fez alguma coisa pelo Brasil", disse ela. E resumiu: "Falar mal do Lula é agredir o país". Concordo com ela. Desde que a presidente Dilma foi impichada,…

Mão de Pedra e Coração de Ouro

Pois veio uma notícia no mínimo simpática de um atleta que admiro um monte. Nessa última segunda-feira (14), Acelino Popó Freitas, comentou, com sua naturalidade e simplicidade: “estou aqui, em primeira mão declarando para vocês: ‘Eu tenho um filho de 17 anos que é gay. Meu tratamento com ele é de igual para igual. Tem muitos pais que até num dia como o de hoje botam para fora, maltratam. Mesmo sendo lutador de boxe, que tem aquela coisa do machismo, do homem que bate, temos que tratar nossos filhos como nossos amigos. Se não tratarmos bem em casa, na rua vão maltratá-los”. 
Popó foi apresentado ao namorado do filho, que revelou a orientação para a família. Aliás, o guri tem motivos pra estar meio inseguro, sabe como é, o sogrão bate bem pra caramba... Em sua conta no Instagram, Popó já havia pedido respeito aos homossexuais com uma foto de um coração com as cores da bandeira LGBT e a legenda: “Meu filho é, e daí? #respeito”.
O baiano Popó foi um grande fenômeno no boxe. De o…

Para um Pajador

(com a voz da Sophia...música de autoria nossa, letra com alguns versos da Sophia e o resto de nossa autoria)


Já são seis horas A água chiando Um ronco do amargo E o sol pelo campo Ouço milongas Y una vieja payada La guitarra sonando Y una voz que me grita asi

Eu quero estar Em qualquer lugar No céu ou no mar Na estrada de pó Eu cantador Das coisas que vi Do que nem sonhei Em viver ou ser assim

É meia-noite Mãe da lua voou E uma estrela cadente Céu da pampa riscou Un payador Canta versos y embrujos Conta lendas e causos Para a noite iluminar

Eu quero estar Em qualquer lugar No céu ou no mar Na estrada de pó Eu cantador Das coisas que vi Do que nem sonhei Em viver ou ser assim Em viver ou ser assim Em viver ou ser assim

espantando uma crise criativa

Bah. Uma das coisas que mais estou gostando nesse processo todo de ter voltado a estudar Música de forma decente e, na medida do factível, organizada, é a profusão de ideias musicais que aparecem. As experiências no curso fazem brotar várias linhas harmônicas e suas melodias a tiracolo, com uma facilidade que não experimentava há tempos. De repente, harmonias que transitam entre o bossanovístico, o clubesquineiro, o samba-choro e o gaudério milongueiro aparecem aos dedos, tornando-se base para melodias modéstia às favas interessantes.
A questão é que, nem sempre, as palavrinhas acompanham o pensar musical na mesma velocidade. De meus dedos, várias sequências harmônicas anseiam por virar música com letra bonitinha e tudo, dessas de ter orgulho de tirar o violão do case e sair tocando com cara de feliz. Tenho algumas várias, transitando entre o samba-choro, o samba "de verdade", a milonga urbanizada, a bossa enjazzada e por aí vai. Há um arranjo feito sobre uma música de roda…

mais uma receita (esse tem nome)

Calma, galera, este blogue é livre, não é que nem os jornais dos anos 60 e 70 que trocavam as notícias ligadas às truculências e safadezas dos governos militares de então por receitas. A que mostro agora eu batizei de Macarrão da Karina, em homenagem à própria, que degustou o referido numa avidez daquelas... lá vai!
Primeiro, faça o macarrão. O que tiver em casa, de preferência um integral, bem saudável. Cozinhe em água, qsp, um fio de azeite, pouquinho de sal e deixe fervendo junto duas a três colheres de cebolinha bem picada.
Ok. O macarrão está cozinhando. Prepare um molho branco, lá vai a dica, leva: 1 colher de sopa de farinha de trigo1 colher de sopa de manteiga½ litro de leite quente1 tablete de caldo de galinha ou de legumesPimenta do reino e noz moscada a gosto  Vamos lá, cuidando pra massa não passar o ponto. Faz o molho, derrete primeiro a manteiga em uma panela, pode colocar um pouquinho de azeite de oliva pra dar personalidade. Acrescente a farinha de trigo de uma única v…

e o Darwin Awards vai para.....

Imagine um prêmio cujos contemplados não vivem para recebê-lo...literalmente! Pois o Darwin Awards é uma premiação internacional cujo principal objetivo é saudar a evolução humana, honrando aqueles que, ainda que de forma acidental e pra lá de bisonha, acidentalmente se matam, permitindo que o ser humano não tenha os genes dessas toupeiras incorporados ao genoma da Humanidade. Assim, ao se auto-destruírem de modo tosco (e bota tosco nisso), esses babacas eliminam os seus “maus genes” e assim sendo contribuem para a melhoria do pool genético da humanidade. E tem o site, bem bacana: www.darwinawards.com para ser visitado!!
E olha... tem muita gente que "ganhou" o troféu, até o famoso padre brazuca dos balões ao mar... Catamos aqui alguns dos "ganhadores" desse inusitado troféu à imbecilidade humana:
• O terrorista iraquiano Khay Rahnajet enviou uma carta-bomba, mas, como bom babaca que se preza, não colocou selo suficiente... Obviamente que a carta voltou para o d…

Luz

Bom, o clipe toscamente feito abaixo tem sua historinha. Em 1999, ou seja, faz tempo, havia um evento promovido pela Igreja Metodista, o Musicarte. Nesse evento, além de oficinas de composição, bonecos, teatro, etc e o que pintasse, haviam as mostras de música. Numa delas, a de 99, a comadre Gianice pediu a um colega de Colégio Americano, também professor da casa à época, para musicar um poema seu. O colega era "apenas" o Pery Souza, ex-Almôndegas, um baita compositor, músico, com formação em Composição e Regência pela UFRGS, e que hoje está em situação delicada de saúde.
O resultado foi uma canção chamada "Luz", que a gente fez arranjo para que ela e meu também compadre, o Felipe Aço, cantassem na mostra. Fizemos bonito, a melodia foi considerada a melhor do evento (bom, com um melodista do naipe do Pery, é chover no molhado, ele é O cara no tema!).
Anos mais tarde, em meio a toda a comoção gerada pelo estado atual do grande músico, me lembrei que havia um regist…

mais um pouquinho de nossa produção: Cantiga

Bom, "Cantiga" é das minhas composições mais antiguinhas, datando de 1985 (pois é...). Tenho um carinho especial por ela, tanto pela questão de tempo quanto pelo seu jeitão, sei lá! Aqui, envio uma versão dela, gravada em 2006, com a voz da Tábita Rotter e nosso violão. Espero que curtam!

Em breve, colocaremos mais de nossa produção autoral!

parabéns!!!!

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Chefia, parabéns por (mais um!!!) aniversário!!

au revoir, Mme. Moreau!

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Todos sabem que, no dia em que tiver carteirinha do Clube da Esquina, eu quero estar na fila pra tirar a minha. Pois a grande safra de músicas geniais, criadas a partir da amizade entre Milton Nascimento, os Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Nelson Ângelo e outras lendas teve como estopim o filmaço de Truffaut, em 1964. Pois Márcio Borges convenceu, após muita insistência, ao amigo Bituca a assistir com ele Jules e Jim.
Pausa. Nesse filme, a atriz Jeanne Moreau interpreta a linda Catherine, personagem amada pelos dois amigos do título. Milton resistia a acompanhar o amigo, excitadíssimo desde que vira o drama pela primeira vez, em Belo Horizonte. Dizia que nenhum filme poderia ser tão brilhante como descrito. Afinal, lembra o famoso adágio: "leia o livro, veja o filme, espanque o diretor que não entendeu patavina". Mas foi. O diretor entendeu o espírito da coisa. E eles chegaram à projeções às duas da tarde, e só saíram do cinema às oito da noite, após três sessões …

son of a bitch!!

Who is the son of a bitch who kills lion cubs and his father? O filho de Cecil, o leão, símbolo do orgulho africano, morto por um dentista idiota após lenta agonia por uma flechada (aliás, o patife foi absolvido...) Xanda, e seus filhotes, foram assassinados. No Zimbabwe. Foi alvejado junto ao parque nacional Hwange, não muito longe de onde Cecil morreu. O leão usava uma coleira de localização colocada por cientistas da Universidade de Oxford, que estudam estes leões há vários anos. A caçada foi organizada por Richard Cooke. Os seus clientes pagaram milhares de dólares para participar no evento e as suas identidades não foram reveladas. Covardes! A caçada foi legal, dentro das leis do país. Esta morte acontece poucos dias depois de um estudo revelar que a sexta extinçãoem massa de vida na Terra está a acontecer a ritmo galopante. Novamente, algum cornodesgraçado teve sua mão molhada para que permitisse que um leão fosse assassinado... Além disso, é uma ninhada morta. Não concebo isso.…

orgulho!!!

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https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/07/20/unicamp-ultrapassa-usp-e-ocupa-1-lugar-em-ranking-de-universidades-latinas.htm

Deu no UOL: a UNICAMP é hoje considerada a melhor universidade latinoamericana. Estudei por dois anos lá, na época do Mestrado em Biologia Celular (hoje Bio Celular e Estrutural), no então Departamento de Biologia Celular do Instituto de Biologia da UNICAMP. Me orgulhava de passar por um campus cujas ruas tinham nomes como o de Charles Darwin, Carl von Linée (as duas ruas do IB), Elis Regina, Érico Veríssimo, Josué de Castro, Bertrand Russel, Monteiro Lobato... um Restaurante Universitário fervilhando de gente, bibliotecas maravilhosas, entre elas a do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, pai do grande Chico Buarque...sempre em vida cultural o campus, sempre muita gente, vários sotaques. Aquilo era um sonho, e eu vivi nesse paraíso por dois anos. Hoje, descubro que a minha UNICAMP é a melhor da América Latina. Merecidamente!!!
Parabéns a todos e todas unica…

machismo vermelho

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Meu avô deve estar rindo pra caramba, onde ele estiver. Pelo jeito, os vermelhinhos aparecem mais na mídia pelas presepadas do que por algo parecido com futebol, senão, vejamos:
1. Os caras suaram a uma temperatura invernal para ganhar da Luverdense (quem???), no Beira-Lago. Primeiro, o gol saiu aos 47 do segundo tempo. Depois, o gol saiu em meio a uma bruta confusão da arbitragem que validou um gol cheio de controvérsias (e nos acréscimos). 
2. O treinador dos moranguinhos, o outro Guto, o Ferreira (poxa, ainda por cima tem o sobrenome da minha avó paterna esse Guto genérico...), após o apito final, fez bobagem na entrevista. O "professor", no linguajar dos boleiros, foi questionado pela repórter Kelly Costa, da RBS TV, sobre a má pontaria da equipe. Na resposta, a pérola machista do técnico: não responderia com outra pergunta porque dona Kelly "é mulher e, de repente, não jogou". Claro, teve que se retratar... O treinador dos vermelhinhos ficou mais vermelho…

luto...obrigado, Cleo!

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Despedidas de entes queridos são sempre doloridas. Doze anos de convívio, de carinhos, de tantas coisas bonitas...como disse a Sophia no seu espaço do Facebook, faleceu nossa amada Cleópatra, ou, mais simplesmente, a Cléo Chow. Quando a gente pensa em carinho, conforto, abraços, olhares profundos e uma lambida de uma língua roxa, pensamos nela. Quando pensamos na guardinha invocada, que latia e uivava como uma loba, lembramos dela, a lobinha negra que o Céu acolheu no último domingo, dia 2 de julho. Sentir aquele pelame macio e negro entre os dedos, aquela figuraça de rosto lindo sentada ao meu lado (muitas vezes no colo da Ka), com aquela cabeça enfeitada por uma juba peluda, latindo para todo e qualquer que tivesse a ideia de aproximar do carro...tudo isso é saudade.

Saudade do filhote fofinho, que virou uma cachorrona linda, cuidadora de sua família humana, que adorava brincar com os gatos, seus amigos esquisitos que faziam "miau"... que era a melhor ouvinte e confidente…

comercial do bem

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Amiguinhos, vocês devem ter visto pelos Facebooks da vida que o Pery Souza, baita músico, ex professor do Colégio Americano, graduado em Composição e Regência pela UFRGS, um dos componentes do histórico Almôndegas, cantou com a professora Gelsa Ungaretti no coro da Igreja Metodista Wesley nos anos 70 (segundo meu pai, que era baixo no referido coro), autor de várias canções conhecidas ("Noite de São João", "Estrela guria", "Para sempre amigo", etc), enfim, tá numa ruim. Alzheimer. Numa clínica. Numa ruim mesmo...
Corta para o final dos anos 90, início dos 2000. Na época em que eu ainda me atrevia a me denominar como um jovem metodista (metodista ainda, mas o jovem nem tanto, apesar do espírito de um guri), nós fazíamos um evento chamado Musiarte, capitaneado pelo compadre e amigo Marcos Fortes, onde havia uma mostra musical, da qual participei em algumas edições, entre elas a de 1999. Pois naquele Musiarte de 1999, nossa amiga e hoje coordenadora …

curti essas frases!

Confesso, peguei as frases do interessante site Hypeness (http://www.hypeness.com.br). Achei legal compartilhar algumas frases que selecionei... pra pensar!!


1. “Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum.” – Jim Rohn
2. “Todos os seus sonhos podem se tornar realidade se você tiver coragem para persegui-los.” – Walt Disney
3. “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem sobrevive é o mais disposto à mudança.” – Charles Darwin
4. “Há dois tipos de pessoa que vão te dizer que você não pode fazer a diferença neste mundo: as que têm medo de tentar e as que têm medo de que você se dê bem.” – Ray Goforth
5. “O ponto de partida de qualquer conquista é o desejo.” – Napoleon Hill
6. “Todo progresso acontece fora da zona de conforto.” – Michael John Bobak
7. “Daqui a vinte anos, você não terá arrependimento das coisas que fez, mas das que deixou de fazer. Por isso, veleje longe do seu porto seguro. Pegue os ventos. Explore. Sonhe. Descubra.” – Mark Twain

Márcio Celi e a MPG - Artigo

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Abaixo, apresentamos o artigo feito para a disciplina de História da Música III, do Curso de Licenciatura em Música do IPA, ministrada pelo prof. M.Sc. Ayres Estima Potthoff, 2017/1. Trata-se de uma entrevista com o cantor e compositor Márcio Celi, contextualizada dentro do que chamamos carinhosamente de MPG. As regras de uso do presente material são as mesmas. Podem ser utilizados para fins didáticos, acadêmicos e culturais, desde que citadas as fontes. Fotografias tomadas durante e após o show A Três, em Canoas/RS, dia 03/06/2017.

Márcio Celi e a MPG
Carlos Augusto Borba Meyer Normann
RESUMO O presente trabalho visa relatar de forma sintética a trajetória artística do cantor e compositor Márcio Celi, contextualizando dentro da Música Popular urbana de Porto Alegre. Serão levantadas as principais influências em sua carreira, bem como traçado um histórico de sua formação e produção musicais. ABSTRACT The present work aims to report in a synthetic way the artistic trajectory of the singer …